Skip to main content

Você sabia que o "fracasso" está a serviço do sucesso?

 Sem pânico do fracasso, a neurociência pode auxiliar as pessoas num novo conceito envolvendo o tema


Qual seria sua reação ao chegar numa livraria e se deparar com o seguinte título na capa de um livro... "Seja o fracassado mais TOPE!"

Com certeza faria perguntas do tipo... "O que é isso?"... "É realmente o que estou lendo?"... "O autor quer mesmo vender esse livro?"...

Pois bem, esse livro existe e foi escrito pelo médico brasileiro, Dr. Jonathas Marcon Toniazzo, ou simplesmente Dr. John, como costuma ser chamado. Mas para saber mais sobre o livro, é importante conhecer um pouco do seu autor.  

De origem humilde, oriundo da região centro-oeste do país, o jovem Jonathas, ingressou na Força Aérea Brasileira, mas depois de 3 anos, entendeu que não era isso que queria e resolveu mudar tudo, ingressando no curso de medicina, que mesmo com todo o sacrifício para sua conclusão, conseguiu se formar em 2013, passando a atuar como médico desde então.

Porém no meio deste processo, de encontrar um caminho que lhe trouxesse a plenitude e satisfação como profissional e também como pessoa, Dr. John acabou passando por muitos altos e baixos, desenvolvendo depressão, passando pelo mundo das drogas e tendo dois episódios de tentativa de suicídio. 

Depois de muitas frustrações, ao participar de um curso que abordava a neurociência como tema, finalmente se encontrou, com o que ele chama de "propósito de vida". A partir de então, ele resolveu se aprofundar ainda mais na área e investir pesado nesse propósito. 

Para quem não sabe, a neurociência estuda o cérebro, a mente e o comportamento. E ela não só ajuda a entender o funcionamento normal das tomadas de decisão, como também os vieses cognitivos divergentes. 

E com seus estudos decorrentes deste aprofundamento, e entendendo pela neurociência que o nosso cérebro trabalha e se comunica através de padrões/códigos, isso culminou na criação de um método que foi batizado por ele como Código Fonte, ou "Método CF", que é a base do treinamento cognitivo transformacional que ele emprega nos seus treinamentos.

Depois de criar o método, e trabalhar com ele constatando sua eficácia, lhe veio a ideia e a vontade de escrever um livro. Mas um livro que mesmo trazendo como base a sua história de vida, mostrasse as estratégias, as ferramentas, e os caminhos para as pessoas que estivessem vivendo no âmbito das drogas, da improdutividade, da ansiedade, da depressão, do stress, em pensamentos destrutivos e suicidas, pudessem se conectar como ele e entender que tudo aquilo que eles estão passando, nada mais é que uma preparação para algo maior que está por vir, e que pode ser sim muito positivo, bastando a tomada de consciência e a utilização de estratégias capazes de remasterizar fatos e dados negativos no território mental. E assim nasceu o "Seja o Fracassado mais TOPE!" (YesBooks). 

E diante deste título, vem a pergunta... O que o levou a essa escolha?... E ele respondeu... "Quando você pergunta a uma pessoa, qual é o significado de fracasso para você, o que vem à cabeça é que se trata de uma derrota, um ponto final. Mas, não é nada disso!... O fracasso é na verdade uma guinada, uma possibilidade de alavancar algo novo, de seguir para uma nova chance. O fracasso está a serviço do sucesso, bastando que você aprenda a usá-lo a seu favor". 

Segundo ele, nossa humanidade foi preparada para o sucesso, não o contrário. Grande parte dos nossos sofrimentos e angústias, se dão por conta dos significados dados na infância. O significado real de fracasso é o, pare, tome consciência do que você está fazendo, mude suas estratégias, se conecte com outras pessoas, e siga em frente. Até porque o problema não está no fracasso, mas sim em desistir. 

E onde entra a neurociência nisso?... No momento em que nós "remasterizarmos" o fracasso, mostrando e fazendo as pessoas entenderem que cada desafio da vida, que cada problema enfrentado, é na verdade uma oportunidade, uma segunda chance. 

E ao escolher o título, Dr. John também fez questão de mudar a grafia para a palavra "TOP", incluindo o E, que tem como significado o E de Essência, fazendo conexão com sua verdadeira identidade.

Outra novidade no livro, que se mostra totalmente interativo com o uso de vários QR Codes em suas páginas com esse fim, é o fato de "não trazer um prefácio". E o motivo alegado pelo autor é que ele deseja que o livro também tenha um pouco do seu leitor, que ele convida a participar, escrevendo ele o prefácio numa parte do livro especialmente reservada a isso. E não para por aí, ele fará uma análise para aqueles que quiserem participar, em que será escolhido o melhor prefácio entre os participantes para que aí sim, seja publicado na próxima edição.

É sem dúvida uma publicação diferente, e que segundo seu autor, não veio para ser mais um livro de cabeceira, mas para ser um manual de instrução pessoal, profissional, e espiritual, de todas as áreas da vida do ser humano. Além disso, Dr. John também decidiu doar todos os direitos autorais do livro, que serão destinados ao projeto Santa Ceia que alimenta, neste momento, mais de 500 famílias no Paraná.


Dr. Jonathas Marcon Toniazzo (Dr. John), atua hoje como médico, palestrante e escritor. É casado, e pai do Bruno e da Beatriz.


Comments

Popular posts from this blog

Bitcoin chega à 100 mil reais e Globalcripto já projetava isso em julho analisando discursos de CEOS

Antonio Neto Ais, CEO da Braiscompany  Por MAGNUM REIS  Em 29 de julho de 2020 quando o Global Cripto publicou a matéria “Bitcoin vai bater R$100 mil, afirma CEO da Braiscompany”, recebemos muitas mensagens de que isso seria praticamente impossível em 2020, ano pandêmico.   Entretanto, não foi isso que aconteceu. Hoje, dia 20/11/2020 o Bitcoin atingiu sua máxima histórica em reais, sendo negociado em mais de R$100 000,000 (cem mil reais). Não é novidade para ninguém que 2020 é um ano de muitos desafios econômicos e repleto de instabilidades políticas em todo o mundo, além disso a Pandemia Covid-19 já vitimou mais de 1 milhão de pessoas e os primeiros resultados de testes clínicos de uma provável vacina ainda estão sendo publicados, gerando ainda mais incertezas econômicas, sobretudo no varejo.  Tais instabilidades fizeram com que mais de 100 milhões de pessoas ingressassem no mercado de criptoativos apenas no último ano, justamente para diversificar aportes...

Sua Empresa Já Tem Uma Cultura — A Questão é: Ela Está Te Levando Pra Onde

Por Rodrigo Callegari* Muitos empresários acreditam que “um dia vão construir a cultura organizacional da empresa”. Mas aqui vai uma verdade direta: a sua empresa já tem uma cultura. Mesmo que você nunca tenha pensado nisso. A cultura está nas entrelinhas, nos comportamentos que se repetem, nas atitudes que se toleram, nos líderes que você promove e nas conversas que acontecem nos corredores. Ela se revela não no discurso, mas no dia a dia. É como um sistema operacional invisível, que orienta a forma como sua equipe trabalha, decide, atende e se comporta. E o que poucos percebem é que essa cultura pode ser sua maior força… ou seu maior sabotador de resultados. O que está por trás das metas não batidas? Muitas vezes, é a cultura. Quando um vendedor finge que não viu a mensagem do cliente no WhatsApp, quando um líder culpa o time, mas não dá exemplo, quando o “jeitinho” passa por cima do processo bem feito… tudo isso forma e reforça a cultura da empresa. E aí entra a provocaç...

Como a força de trabalho se reinventa na era da inteligência artificial

O ponto de virada da IA Há pouco mais de cinco anos, inteligência artificial (IA) era um experimento restrito a pilotos isolados. Hoje, sete em cada dez fabricantes globais utilizam IA de forma regular e 65 % implantaram modelos generativos em ao menos uma função do negócio, segundo o relatório de State of AI 2025 da McKinsey. Mais que um brilho tecnológico, a adoção tornou‑se imperativo econômico: empresas com alta intensidade digital registram três vezes mais crescimento de receita por empregado do que as demais.  Ao mesmo tempo, o Future of Jobs Report 2025 do Fórum Econômico Mundial projeta que 23% dos cargos industriais sofrerão mudanças radicais até 2027. O balanço previsto, 69 milhões de postos criados e 83 milhões eliminados, parece preocupante, mas revela uma oportunidade: as vagas não desaparecem, elas se transformam. A nova guerra por talentos Com algoritmos espalhados pela linha de produção, o recurso mais escasso deixou de ser o robô ou o servidor em nuvem:...